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Registro do 28º EGeM

  • 27 de ago. de 2018
  • 8 min de leitura

Número 21 / 2018

Hotel Santorini - 17 a 19 de agosto de 2018


Editorial

Realizou-se em Vila Velha, no acolhedor Hotel Santorini, na Praia de Itaparica, nos dias 17 a 19 de agosto do corrente, o 28º EGeM. Divulgamos amplamente nas redes sociais e nos e-mails dos cadastrados, inclusive na nossa página familiamarchon.com, magnificamente organizado pelo Nathan. De construção moderna e oferecendo um substancioso café-da-manhã, o Hotel ofereceu estadia acolhedora e foi super bem avaliado pelos que se hospedaram. O pessoal da recepção e do restaurante sempre muito cordiais, mostraram que são gente que gosta de receber gente. A Adima, Gerente, mostrou-se sempre super atenciosa, principalmente aos pedidos de ajuda de onde afixaer a bela faixa alusiva ao 28º EGeM. Em contrapartida às hospedagens, cederam-nos o uso do confortável e equipado auditório, para realização da nossa assembleia. Parabéns, portanto, ao Augusto pela escolha.


Programação do 28º EGeM

17/08 – 6ª feira à noite - degustação deum delicioso e farto capeletti no restaurante do hotel – gentileza do casal Augusto e Nei para aquecer o início nosso encontro, o que alegrou a galera presente;

18/08 - sábado - churrasco na beira da praia num quiosque: cerca de 20 quilos de excelente carne adquiridas pelo Augusto diretamente de um frigorífico capixaba;

18/08 - Assembleia pela manhã e celebração ecumênica.

A intenção desses nossos encontros é deixar boa parte do tempo livre para que as conversas fluam ao sabor dos interesses, e permitam também um tempo para relaxamento e descanso para os que quiserem intercalar essas conversas com a programação.



O churrasco

Monica e o Renato organizaram o churrasco, contratando inclusive uma Churrasqueira - do gênero feminino – raro no ramo, e que fez bonito na tarefa de servir, incansavelmente, a todos com o mesmo sorriso, das 13h às 22h, quando acabou o estoque de carnes, frangos, linguiças, picanha, e uma tal de “raquete” – parte do boi que quase ninguém sabia que existia. Nome da “churrasqueira” profissional: Jocimara.

Augusto e Renato estiveram pesquisando o melhor local antes do encontro, para verificar qual dos quiosques permitiria que fizéssemos um churrasco para cerca de 50 pessoas e em troca do espaço, coberto e protegido do vento, pudéssemos pagar pelo consumo de bebidas e demais acompanhamentos no próprio quiosque, ocupando esse espaço reservado com exclusividade quase todo o sábado. Feitas e aprovadas as tratativas, tudo correu como combinado. Aliás, as expectativas foram superadas em todos os sentidos. Havia marcas de cervejas para todos os gostos assim como refrigerantes em geral. A batata-frita local fez o maior sucesso de tão crocante e abundante.

A Cristina preparou e levou prontos, arroz, farofa e vinagrete em grande quantidade, e “de quebra”, surpreendeu a todos fazendo e levando dois grandes bolos confeitados que agradou crianças e adultos.

A Fabiana levou seus apetrechos de maquiagem e quem se esbaldou com o estojo de maquiagem foi a Maia, exibindo sua carinha pintada igual a uma indiazinha. Todos tiveram tempo de sobra para botar o papo em dia.


Lazeres

Um sarau na noite de sexta na varandinha do hotel, após o capeletti, teve o da Camila e eu embalando as vozes dos cantantes envolvendo as três gerações presentes ao evento, num grande passeio musical em todos os gêneros, por mais de uma hora. Na noite de sábado após o churrasco do quiosque também teve um sarauzinho, mas no hall do hotel, encerrado no iniciozinho da madrugada de domingo. As menininhas Isadora, Tainá e Camila se divertiram com carteado no hotel e no quiosque.


Quem foi ao Encontro

Registramos a presença de 56, cinquenta e seis pessoas, entre familiares e amigos de todas as idades, curiosamente a mesma quantidade do encontro anterior na Casa Abel, em Araruama. Cerca de metade desses ficou hospedada no hotel. Os demais participantes são residentes das imediações no ES. Todos participaram do churrasco no sábado, mas alguns parentes do interior do estado vieram somente para esse evento.


Destaque mais uma vez para a presença de Paulo Marchon e de Mª Livia D. de Araujo Marchon, que vieram da distante Fortaleza – CE para prestigiar esse 28º Encontro. Vibraram com o nascimento da nova netinha, Isabela, filha do Pedro Luiz e da Brena, vinda ao mundo dias antes, a 16/08. Carlos Spitz e Marilda também prestigiaram o encontro vindo de Lumiar. Getinha, Cecilia e Neuzinha se deslocaram de V. Redonda, assim como Nazareth e sua turma para receberem a Comenda, in memorian, da tia Guilhermina. Agenor Filho e Guilherme vieram do Rio de Janeiro para participar do encontro e foram convidados a receber as comendas Jean-Claude Marchon de Agenor (pai) e Guilherme a sua própria. A Livia apresentou a todos o Pietro, que assim debutou nos nossos encontros. Fabiana trouxe a irmã e o cunhado para o churrasco. O Rogerio Zago surpreendeu e chegou para o churrasco a convite dos seus primos Zago. A Claudia Zago surpreendeu e participou da Assembleia do domingo e está lá, na 2ª foto oficial. Os irmãos Adauto e Paulo Roberto Emmerich, a convite dos primos comuns dos Marchon. (Aqui uma curiosidade: a família Marchon veio de Fribourg, Suíça, em 1819, para fundar Nova Friburgo, e a família Emmerich veio em 1824 da região de Rheinhessen, estado do Hesse, no vale do Reno, grande região vinícola próxima a Frankfurt, Alemanha, também para a cidade Nova Friburgo. Eis que 123 anos após, em 1947, em Cachoeiro de Itapemirim, os Marchon se uniram aos Emmerich com o casamento de Agenor e Edith. Consideramo-nos mutuamente como irmãos, pois desde que nos entendemos por gente temos cultivado união irmã. Outra curiosidade: no centro da bandeira de Hesse, região alemã, está a figura de um leão com garras, bem semelhante ao leão que consta no brasão da família Marchon).


Por motivos de naturezas diversas, próprias de cada família, muitos não puderam comparecer ao 28ºEGeM, mas temos cumprido o compromisso decidido em encontros passados, de realizá-lo anualmente, compreendendo a dificuldade de alguns membros conciliarem obrigações e empecilhos de ordem pessoal de última hora com planos de viagens na época dos encontros.


Mantenhamos a prática de convidar pessoas que sejam do nosso convívio pessoal, independente de pertencer à nossa família, mas que fazem parte do nosso ciclo de amizades. Entregaremos a esses, um título de Marchon Honorário aos que tiverem frequentado ao menos três dos nossos encontros. Essa atitude amplia nosso horizonte de relacionamentos, reafirmando os valores próprios das famílias, levando a esses convidados a nossa história e o estímulo para que conheçam também a história das suas respectivas famílias.


Página da familiamarchon.com e árvore genealógica da família Marchon

A propósito, já consta na página o histórico dos Encontros (desde o 1º, ocorrido em Nova Friburgo, em 1989) com respectivas fotos mais representativas. Faltam muitas e temos apelado a quem possui que envie para o Nathan. Acessível por todos e gratuitamente, consta também na página um grande acervo de documentos, dentre eles: o livro do Albino “A Saga da Família Marchon” - o registro mais importante para nós que conta a trajetória dos suíços desde Fribourg até Nova Friburgo, com foco na família Marchon, e as motivações de então dessa epopeia. Lá estão exemplares do “Pedra Riscada” em pdf (faltam alguns exemplares e para isso, desde já, pedimos a quem os possua guardados em casa, que nos enviem, escaneados, para disponibilizar ali a sequência completa (faltam os anos 6; 8; 12 e 14).


Assembleia

Marcamos a assembleia para as 9h da manhã de domingo, mas qual o quê, difícil de cumprir esse horário depois de um sábado extenuante. Tanto é verdade que apenas metade conseguiu chegar a tempo.

Começou perto das 10h.


Registro histórico

Resgatei do livro “A genealogia de Jean-Claude Marchon”, escrito e publicado pelo tio Albino em 2006, o prefácio de Elio Monnerat Sólon de Pontes, o seguinte texto: “Albino José Marchon, com as mesmas virtudes da paciência, da tenacidade e da persistência do grande mestre Suíço, Martin Nicoulin, além de suas disquisições (apuração da verdade sobre fatos alegados) em fontes primárias na Suíça e em inúmeros documentos e informações cartoriais no Brasil, soube encaixá-las com notável primor e dignidade no contexto histórico de então”. Continua ele: “Conseguiu, pois, Albino, não só transformar o que parecia trabalhosa coluna de nomes e datas, em depositório de dados de consulta obrigatória para os seus parentes e os estudiosos de genealogia, acrescentando tais atributos à sua fecunda obra histórica... que marca e enobrece a individualidade de sua família, confirmando-se credor do respeito e da admiração dos que tiverem o privilégio de compulsar (folhear para consulta) este viçoso fruto das suas pesquisas”.

Ao encerrar sua apresentação no citado livro, onde cita todos os seus “colaboradores” de então - praticamente toda a descendência de Eurico Marchon até 2006 - adverte Albino que, “por experiência própria, podemos afirmar que nunca se pode considerar acabado um trabalho genealógico, e que a despeito de inúmeras incertezas e incorreções, resolvemos publicá-lo mais com o objetivo de torná-lo menos incerto e incorreto e, portanto, menos incompleto”.

Diante de textos tão claros, percebemos que o tio Albino nos estimula a abraçar a causa e buscar a complementação ao trabalho por ele iniciado, conclamando desde já a todos, para ao menos até meados do ano que vem avançarmos o quanto pudermos na genealogia da família Marchon desde Jean-Claude. Conhecemos o esforço da Solange e do Cyro Silvio Marchon em estarem se debruçando desde há muito sobre esse trabalho de complementação ao livro do Albino, e devemos procurá-los para digitalizar o que possuem, já atualizado de tão importante e exaustivo trabalho do casal.


Entrega das Comendas

Um dos momentos mais emocionantes do 28º EGeM foi a entrega das Comendas Jean-Claude Marchon, a quatro pessoas, duas in memorian e outras duas. Desta vez as homenagens “In Memoriam”, couberam a Guilhermina Vieira Gouveia Marchon e Agenor Marchon. Nazareth, a filha da tia Guilhermina esteve presente, tendo a Comenda sido entregue pelas mãos da sua cunhada e “madrinha” de entrega, Maria Livia D. de Araujo Marchon. Arlindo leu uma bela página escrita pela neta Verônica em homenagem à sua avó e que ficará anexa a este número digital do Pedra Riscada nº 21. Sobre o Agenor, falou o irmão dele, o tio Paulo, que enalteceu a parceria do irmão com o pai no inovador comércio em Cachoeiro de Itapemirim na década de 40, e que ele ficou na retaguarda trabalhando com o pai enquanto Paulo e Albino cursavam medicina e odontologia, respectivamente, no Rio de Janeiro, registrando sua eterna gratidão ao Agenor.

Outras duas homenagens couberam à Georgeta de Souza e ao Guilherme Marchon, sendo o Paulo o “padrinho” dessa entrega, oportunidade em que reafirmou a importância da influência de ambos, além da prima Lucia, na decisão do Albino programar o 1º EGeM, em 1989 e a sequência dos encontros que se seguiram.


Sorteio de brindes

Mantendo a tradição, muitos dos presentes trouxeram brindes para serem sorteados entre os participantes, sempre uma emoção a mais. Agradecemos a todos que vêm mantendo essa prática, e que dá um colorido a mais aos nossos encontros, prova de companheirismo e dedicação à família.


A celebração ecumênica do dia 19/08

Como temos feito habitualmente, preparamos uma liturgia ecumênica (anexa) no momento da Assembleia, como gratidão a Deus por nossas vidas, conduzida pela Cristina, encerrando essa parte com a oração do Pai Nosso em uníssono. Lembramo-nos daqueles que partiram para o reencontro com Deus - João Luiz Marchon e do Plácido Marchon Leão - e cujos familiares mais próximos foram diretamente atingidos pelo luto, rogando o conforto divino para suas almas, mas continuando nossas trajetórias de vida com fé em Deus. Lamentamos também a ausência daqueles que se encontram em tratamento de saúde, como é o caso da Cristina Leão e do Joaquim; do Nathan que se submete a exames de saúde de rotina em São Paulo, acompanhado da Lucia e do Silvio e que por isso não puderam estar presentes. Para esses e aqueles que pelos mesmos motivos não nos chegaram informações sobre a ausência, fica registrada a força da família Marchon para restabelecerem-se. Ao final partimos para a frente do hotel para segunda foto oficial, porque a primeira foi tirada no momento do churrasco na noite anterior.


O próximo encontro

Mantida a alternância dos encontros entre Rio de Janeiro e Espírito Santo, o 29º EGeM deve ser no Rio, mais precisamente em Friburgo ou Lumiar. Quanto à data, serão feitos contatos com os organizadores locais das comemorações do bicentenário da emigração dos suíços para o Brasil. De preferência que não recaia no mês de novembro, quando os estudantes têm compromissos com provas que classificam para universidades. Vamos tentar evitar ao máximo, mas dependemos dos contatos com pessoas de nossas relações em Nova Friburgo.


Confira as fotos clicando aqui.


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Ao "ti Bino", nosso eterno agradecimento!

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